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sexta-feira, 24 de julho de 2026

Review: A Odisseia

     Acho difícil que alguém não conheça "A Odisseia", de Homero, e a história da Guerra de Troia. Pois bem, esses dias uma amiga minha me convidou para assistir por conta do Robert Pattinson e do Christopher Nolan, então decidi ir com ela.
    E eu acabei saindo bem mais feliz do que imaginei, até porque fazia muito tempo que eu não revisitava essa história — a última vez que eu tive contato com ela deve ter sido em algum momento do meu Ensino Fundamental ou Médio.


    Acho que a história em si não precisa de muitas explicações. O filme basicamente se passa depois da Guerra de Troia e acompanha Odisseu, aqui interpretado pelo Matt Damon, e seu exército tentando voltar para Ítaca enquanto enfrentam várias criaturas mitológicas pelo caminho. Enquanto isso, sua família precisa sobreviver à pressão de pessoas que querem tomar o lugar do rei, que foi dado como "desaparecido".

    A produção em si é visualmente maravilhosa. Como essa é uma história da mitologia grega, obviamente os seres místicos teriam uma grande presença aqui, e esse era o ponto que eu ficava pensando em como seria representado. Mas, felizmente, eu achei o CGI bonito e bem trabalhado.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Review: Exit8

     Eu não lembro exatamente quando foi, mas há um tempo um jogo chamado "Exit 8" (8番出口 , 8ban deguchi em japonês) ficou bem famoso na internet e vários youtubers - inclusive brasileiros, como o Alanzoka - fizeram gameplay dele em seus canais.

    Se eu não me engano, o jogo lançou em 2023, e no ano passado ganhou essa adaptação em filme, que só foi lançado aqui no Brasil este ano. Assim como outros filmes japoneses, eu tive a impressão que ele não teve muita divulgação, e não é à toa que eu quase perdi a chance de assistir no cinema. Mas deu tempo, então vou falar sobre ele aqui hoje.




    O Exit8 original é um jogo em primeira pessoa que se passa no metrô de Tóquio. Ele não tem uma história nem uma narrativa, você só precisa achar a saída do metrô, teoricamente. O que acontece na verdade, é que o seu personagem precisa encontrar as diferenças que aparecem dentro da estação para chegar até a saída número 8. É um jogo que você tem que prestar bastante atenção nos detalhes e nas diferenças que aparecem, porque cada mínimo elemento que você perde te faz voltar para a saída 0.
    A adaptação que veio para os cinemas seguiu basicamente essa premissa, com o nosso protagonista chamado de O Homem Perdido, interpretado pelo Kazunari Ninomiya — ele mesmo, o membro do ARASHI
    A ideia do filme é basicamente adaptar o jogo, então ele já começa com o personagem do Ninomiya, um cara comum, andando de metrô e chegando na estação até ficar preso dentro da estação de Tóquio.

segunda-feira, 9 de março de 2026

Review: Kokuho

     Acho que pouca gente não deve saber sobre os filmes que saíram para concorrer ao Oscar. Pois bem, hoje eu vou falar de Kokuho, filme dirigido por Lee Sang-il e baseado num romance do autor Shuichi Yoshida.

    Para ser bem sincera, eu estava muito a fim de assistir esse filme. Ele foi um grande sucesso no Japão, e não só minhas amigas de lá foram assistir, como também vários artistas que eu acompanho, e todos falaram muito bem sobre ele. O filme lançou no meio do ano passado, mas aqui no Brasil ele só chegou agora em março e com sessões limitadíssimas.


        Nesse longa, nós acompanhamos Kikuo, um garoto filho de um yakuza que teve o seu pai assassinado. Inicialmente, ele pretendia vingar seu pai, mas tudo muda quando ele é adotado por um dos grandes nomes do kabuki, fazendo com que o seu desejo de vingança dê lugar ao sonho de se tornar um dos maiores intérpretes de kabuki da época.

    Primeiramente, acho que não tem como negar que a maquiagem desse filme é linda. Não só a parte da maquiagem, mas todo o figurino e as performances do teatro kabuki são elementos que fazem você não conseguir tirar os olhos da tela.
    Eu particularmente nunca tinha assistido a uma apresentação de kabuki antes, e juro que depois de assistir Kokuho, a minha vontade é de ir ao Japão e presenciar isso ao vivo. Se no cinema eu já me emocionei, mal imagino como deve ser ver isso com os próprios olhos.

terça-feira, 25 de novembro de 2025

Review: The Colors Within (Kimi no Iro)

     Já faz algum tempo que eu estava procurando um filme chamado Kimi no Iro para assistir. Eu havia assistido ao trailer e lido a sinopse e achei bem interessante. Esse filme foi produzido pelo estúdio Science Saru, com direção da Naoko Yamada (A Silent Voice, K-On!) e roteiro da Reiko Yoshida (A Silent Voice, O Reino dos Gatos) e lançou em 2024, mas ele nunca chegou em nenhum streaming daqui do Brasil. Mas eis que hoje eu encontrei ele sem querer online e finalmente tive a oportunidade de assistir! Inclusive quem tiver interesse, eu assisti por aqui legendado em inglês.


    O filme conta a história de Totsuko, uma garota que tem a capacidade de ver as “cores” das emoções das pessoas. Para impedir que seus amigos e família se afundem em sentimentos ruins, ela tenta lidar com as coisas da melhor maneira possível usando sua habilidade para tal. Certo dia, em uma livraria, ela encontra uma outra menina com uma cor incrivelmente bela e um garoto apaixonado por música que está tentando formar uma banda. E é aí que a história começa.

    A primeira coisa que eu mais achei incrível nesse filme é ele abordar e conseguir representar a sinestesia. Sendo bem simples, sinestesia é um fenômeno neurológico onde a estimulação de um sentido desencadeia automaticamente a percepção de outro, criando experiências sensoriais únicas. No caso do filme, seria algo como ouvir cores e sentir sons.

segunda-feira, 17 de abril de 2023

Review: Super Mario Bros. O Filme

 

    Após o lançamento de um live action completamente desastroso de uma das, se não a franquia mais famosa da Nintendo, em 1993, o clássico jogo Super Mario Bros. ganhou uma nova adaptação em animação, 30 anos depois.

    Sendo bem sincera, apesar de ficar com um pé atrás por conta da fama de vídeo games não terem tido adaptações muito felizes nos últimos anos, foi quase impossível não ficar animada com essa nova adaptação. Até porque dessa vez, a Illumination (famosa pela produção dos filmes Meu Malvado Favorito e Minions), junto com a própria Nintendo, estavam tacando o projeto para frente, inclusive com a supervisão do próprio criador da franquia, Shigeru Miyamoto.

    Dito e feito. Diferentemente da primeira adaptação de 30 anos atrás, essa nova faz jus à franquia do encanador bigodudo de chapéu vermelho, trazendo um prato cheio de referências aos jogos com uma animação colorida e de encher os olhos.

    

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

Review: Abracadabra 2 (Disney)

 


    Dando continuidade ao post da semana passada, hoje vou falar sobre Abracadabra 2. Vale lembrar também que eu assisti ao filme dublado e que nessa resenha HÁ SPOILERS, INCLUSIVE DO FINAL DO FILME.

    Depois de 29 anos, a Disney decidiu trazer uma continuação – completamente inesperada – do clássico de 1993. O roteiro continua sendo de Kenny Ortega e a direção de Anne Fletcher.

    A sinopse continua sendo bem simples: é o dia do Halloween em Salem e Becca está completando 16 anos. Como tradição de seu aniversário, ela e suas melhores amigas, Izzy e Cassie, decidem ir à Floresta Proibida realizar o ritual da Vela da Chama Negra. Porém, elas acabam trazendo as irmãs Sandersen de volta. Agora, as três garotas precisam impedir as bruxas de se vingarem da cidade.

sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Review: Abracadabra (Disney)

     Entrando um pouco no clima de Halloween, nessa e a próxima semana vou trazer reviews sobre os filmes de “Abracadabra”, da Disney. Decidi rever esse filme, pois a sua continuação foi lançada esse mês. Hoje, vou comentar sobre o primeiro (que já vi inúmeras vezes no falecido Disney Channel).

    Lançado em 1993, “Abracadabra” foi dirigido por Kenny Ortega, famoso por ter trabalhado em outros filmes do estúdio como a série de filmes “Descendentes” e “High School Musical”.
    A história é a seguinte: na noite do Dia das Bruxas, um garoto chamado Max acaba invocando as irmãs Sanderson, três bruxas que foram banidas há 300 anos por praticarem feitiçaria. Ao retornarem, agora no século 20, elas tentam adquirir sua juventude e imortalidade na cidade de Salem. Porém, para conquistar seus planos, precisarão enfrentar Max junto de seus amigos, de sua irmã mais nova e do gato Binx.

Review: A Odisseia

      Acho difícil que alguém não conheça "A Odisseia", de Homero, e a história da Guerra de Troia. Pois bem, esses dias uma amiga...