segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Review: Blue Lock (2026)

    Esse final de semana eu decidi assistir ao live action do Blue Lock, uma obra de 2018 que teve uma adaptação em anime em 2022. O filme lançou no mês passado no Japão, e pensando nisso eu até achei que trouxeram rápido aqui para o Brasil. Obrigada Sato Company.

    Eu fui numa sessão num sábado à noite, e a sala estava surpreendentemente cheia. Sinceramente eu não entendi por que no primeiro momento, até porque eu não conhecia muito do elenco além do Fumiya Takahashi — que diga-se de passagem, foi o motivo de eu ter ido assistir esse filme. Depois eu descobri que aparentemente tem um cara muito famoso de um grupo que eu não conheço que fez um dos personagens. Vou falar dele mais para frente.

    Até aí, tudo bem. Para quem assistiu ao anime, a coisa não muda muito. Ele segue o começo da história, mostrando o Isagi (Fumiya Takahashi) sendo escolhido para participar do Blue Lock — a famigerada seleção para encontrar o atacante perfeito que será o novo artilheiro da seleção japonesa.

    Até onde eu lembro, literalmente tudo nesse filme é igual ao anime. Claro que, por ser um filme de 2 horas, várias coisinhas aqui e ali foram enxugadas, mas no geral eles conseguiram manter uma boa continuidade até chegar na primeira partida entre o time Z e o time V. O filme vai até aí e pelo jeito que acabou, dá até a entender que pode ter um segundo longa com a continuação direta.

    Eu só tenho o anime como base de comparação, e para mim, o filme conseguiu beber bastante dessa fonte. Isso claramente poderia ser um problema? Com certeza, ainda mais considerando que o anime tem todos aqueles efeitos visuais e etc. Mas sinceramente, para mim o Blue Lock é isso aí mesmo, então isso não foi um problema. Claro que fica engraçado você ver toda aquela análise interna dos personagens, os raios saindo dos olhos e tudo mais, mas eu gostei e achei divertido.

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Review: A Odisseia

     Acho difícil que alguém não conheça "A Odisseia", de Homero, e a história da Guerra de Troia. Pois bem, esses dias uma amiga minha me convidou para assistir por conta do Robert Pattinson e do Christopher Nolan, então decidi ir com ela.
    E eu acabei saindo bem mais feliz do que imaginei, até porque fazia muito tempo que eu não revisitava essa história — a última vez que eu tive contato com ela deve ter sido em algum momento do meu Ensino Fundamental ou Médio.


    Acho que a história em si não precisa de muitas explicações. O filme basicamente se passa depois da Guerra de Troia e acompanha Odisseu, aqui interpretado pelo Matt Damon, e seu exército tentando voltar para Ítaca enquanto enfrentam várias criaturas mitológicas pelo caminho. Enquanto isso, sua família precisa sobreviver à pressão de pessoas que querem tomar o lugar do rei, que foi dado como "desaparecido".

    A produção em si é visualmente maravilhosa. Como essa é uma história da mitologia grega, obviamente os seres místicos teriam uma grande presença aqui, e esse era o ponto que eu ficava pensando em como seria representado. Mas, felizmente, eu achei o CGI bonito e bem trabalhado.

domingo, 28 de junho de 2026

Review: Agents of the Four Seasons: Dance of Spring

     Agora na temporada de primavera, lançou um anime que eu fiquei bem intrigada — o Agent of the Four Seasons: Dance of Spring.

    Na verdade eu fui muito pelo nome e pelo visual lindo e maravilhoso. Um anime que tinha quatro personagens que representavam as estações do ano? Não poderia pedir por mais, até porque eu também tenho quatro personagens que representam as estações do ano.

    Pois bem, Agent of the Four Seasons na verdade é uma light novel da autora de Violet Evergarden, a Kana Akatsuki, e que também teve uma adaptação para mangá — e que inclusive está para sair aqui no Brasil também. O anime está disponível na Crunchyroll.



    Agent of the Four Seasons: Dance of Spring fala sobre deuses encarnados, cujo papel é manifestar as estações do ano. Cada estação possui um agente e um guardião, e essa primeira temporada aborda a agente da Primavera, Hinagiku Kayo, e sua guardiã, Sakura Himedaka, bem como suas relações com os representantes das outras estações do ano.
    A primeira coisa que me chamou bastante atenção nesse anime, com certeza foi o visual. Eu gostei muito que ele possui uma paleta de cores muito bonita e que traz bastante essa sensação das estações do ano. Inclusive, isso é uma coisa que você consegue sentir na própria vida real, em especial no Japão. E acho que isso foi uma coisa que já ganhou atenção de bastante gente.

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Review: UNIVER5OUL - The Gospellers

     Esses dias, saiu no twitter que alguns dubladores japoneses que eu gosto haviam participado de uma música de uma banda chamada The Gospellers. Eu não conhecia ela até o momento presente, mas por conta de uma música, eu fui dar uma olhada nesse último EP que o grupo lançou no dia 24 de junho, intitulado de "UNIVER5OUL". E tive grandes e boas surpresas.
    Pelo que eu entendi ouvindo esse EP, o The Gospellers é um grupo especializado em a cappella, e isso já me fez gostar bastante deles, exatamente por não ser um tipo de coisa que eu escuto normalmente.
    O EP está disponível para ouvir no Spotify.


Tracklist
M1. The Gospellers Theme
M2. UNItVERSE
M3. Lessons
M4. Memória
M5. アカペラ音頭 (A capella Ondo)

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Review: Exit8

     Eu não lembro exatamente quando foi, mas há um tempo um jogo chamado "Exit 8" (8番出口 , 8ban deguchi em japonês) ficou bem famoso na internet e vários youtubers - inclusive brasileiros, como o Alanzoka - fizeram gameplay dele em seus canais.

    Se eu não me engano, o jogo lançou em 2023, e no ano passado ganhou essa adaptação em filme, que só foi lançado aqui no Brasil este ano. Assim como outros filmes japoneses, eu tive a impressão que ele não teve muita divulgação, e não é à toa que eu quase perdi a chance de assistir no cinema. Mas deu tempo, então vou falar sobre ele aqui hoje.




    O Exit8 original é um jogo em primeira pessoa que se passa no metrô de Tóquio. Ele não tem uma história nem uma narrativa, você só precisa achar a saída do metrô, teoricamente. O que acontece na verdade, é que o seu personagem precisa encontrar as diferenças que aparecem dentro da estação para chegar até a saída número 8. É um jogo que você tem que prestar bastante atenção nos detalhes e nas diferenças que aparecem, porque cada mínimo elemento que você perde te faz voltar para a saída 0.
    A adaptação que veio para os cinemas seguiu basicamente essa premissa, com o nosso protagonista chamado de O Homem Perdido, interpretado pelo Kazunari Ninomiya — ele mesmo, o membro do ARASHI
    A ideia do filme é basicamente adaptar o jogo, então ele já começa com o personagem do Ninomiya, um cara comum, andando de metrô e chegando na estação até ficar preso dentro da estação de Tóquio.

quinta-feira, 21 de maio de 2026

Impressões: Reading Event Odayaka Kizoku no Kyuuka no Susume 2

    No dia 17 de maio de 2026, aconteceu um reading event de Dicas de Férias de um Nobre Gentil (Odayaka Kizoku no Kyuuka no Susume, em japonês). Aqui no Brasil, o mangá está sendo publicado pela Editora MPEG com a Akiba Station e esse ano também houve uma adaptação em anime.

    Eu não consegui assistir o evento ao vivo, mas graças a uma amiga de fora, consegui assistir ao archive, então vou deixar as minhas impressões sobre ele aqui. (Obrigada, Asuran!)

    Quem tiver interesse, a compra do ingresso está disponível pela ZAIKO até dia 24 de maio. Está um pouco em cima do limite, mas... E lembrando que o evento é todo em japonês, sem legendas e sem tradução simultânea.



    Para quem não conhece, Odayaka Kizoku conta a história de Lizel, um nobre que num certo dia acaba sendo teleportado para um outro mundo bem parecido com o dele. Mesmo assim, ele não se assusta e contrata um aventureiro experiente chamado Gil como seu guia turístico e protetor para ajudá-lo. Enquanto não encontra um modo para voltar ao seu mundo, Lizel decide que essa é a oportunidade perfeita para explorar um novo mundo como se estivesse tirando umas "férias".
    Eu particularmente gostei muito dessa premissa inicial. Mesmo o isekai estar longe de ser o meu gênero preferido, uma das coisas que eu gosto muito de Odayaka Kizoku é exatamente o que o nome da obra traz — uma sensação de tranquilidade e aventura que sai do clichê das obras desse estilo. Inclusive eu assiti o anime e também estou colecionando o mangá, que está sendo publicado em português pela Editora MPEG.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Review: Tomodachi Life: Living the Dream (Nintendo Switch)

 
Ficha Técnica

Lançamento: 16 de abril de 2026
Desenvolvedora: Nintendo EPD Production Group No. 4
Publicadora: Nintendo
Plataforma: Nintendo Switch

    Em abril, não se falava de outro jogo na minha timeline do Twitter além de Tomodachi Life: Living the Dream — e depois de jogar algumas horas, eu entendi o porquê.

    Confesso que na verdade eu estava mais de olho no Pokémon Pokopia, mas eu infelizmente não tenho um Switch 2, então acabei escolhendo o Tomodachi Life. E sinceramente, eu não podia ter acertado mais, porque eu já devo ter batido umas 20 horas em menos de duas semanas.

    Para quem não conhece muito — assim como eu também não conhecia, Tomodachi Life: Living the Dream é basicamente um experimento social em forma de jogo. A proposta do jogo é bem simples, você cria personagens — os famosos Miis — dando à eles vários tipos de características, não só físicas como também de personalidade, e os coloca para viver juntos numa ilha.
    A partir daí você basicamente vira um espectador da vida e da rotina que acontece dentro desse espaço, enquanto acompanha as relações, conflitos, amizades e até mesmo os romances que se iniciam.

Review: Blue Lock (2026)

    Esse  final de semana eu decidi assistir ao live action do Blue Lock, uma obra de 2018 que teve uma adaptação em anime em 2022. O filme ...